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Pão dos Pobres aprimora a comunicação para a paz

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Um processo de entendimento que facilita a harmonização de suas necessidades com as necessidades de outras pessoas: esse é o princípio básico para a comunicação não violenta (CNV). A Fundação O Pão dos Pobres vem proporcionando esse tipo de formação para seus educadores, com o objetivo de capacitá-los para o desenvolvimento dessas práticas em seus espaços de trabalho.

O poder do diálogo e da empatia no aprimoramento da capacidade de conviver e na compreensão de conflitos se faz fundamental na atividade exercida por educadores e demais envolvidos no serviço prestado pela Fundação O Pão dos Pobres. Em outubro, colaboradores do Pão, entre eles psicólogos, assistentes sociais e educadores sociais, participaram o curso “Construção da Cultura da Comunicação Não violenta”, realizado em parceria com a Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul (FPE). A participação na capacitação integra as ações previstas dentro da campanha “La Salle Construindo o Futuro”, um movimento que envolve as unidades da Região Latino-Americana Lassalista – RELAL. Essa formação vem contemplar o direito à expressão e à escolha da melhor forma de fazê-lo.

Comunicação e consenso são pilares da justiça restaurativa, num procedimento em que partes envolvidas e, quando apropriado, outras pessoas ou membros da comunidade afetada participam coletiva e ativamente na construção de soluções, expressando seus sentimentos e necessidades. Nesse processo, são utilizadas técnicas de mediação, conciliação e transação, para se alcançar o resultado restaurativo. Os participantes aprendem a se comunicar, a expressar suas emoções, estimulam seu sentido crítico numa perspectiva de responsabilidade pela restauração, numa dimensão social, compartilhada coletivamente e voltada para o futuro.

A aplicação do que foi apresentado no curso já está sendo observada dentro da instituição. No dia 30 de outubro, os jovens do curso Marcenaria participaram de uma atividade especial. Foi realizado um círculo de fortalecimento de vínculo, com o objetivo de proporcionar a troca de vivências e valores com a turma. A utilização de círculos de construção da paz é uma estratégia utilizada como metodologia na justiça restaurativa. “É uma grande oportunidade para os jovens e adolescentes falarem sobre seus sentimentos e diferenças com o objetivo de aprender a conviver enquanto grupo”, afirma Natalia Martins, pedagoga do Centro de Educação Profissional (CEP).

Ao incentivar e promover a participação de seus colaboradores em formações voltadas para a cultura da paz, o Pão dos Pobres contribui para que os objetivos da Agenda 2030 sejam atingidos. Esse é um plano de ação mundial da ONU que busca reforçar a paz universal, e a instituição está fazendo sua parte para que suas crianças, adolescentes e jovens tenham seus direitos respeitados e fortalecidos.

A ideia é que essa metodologia seja disseminada na Fundação como um todo, para que nossos atendidos recebam os benefícios desse objetivo maior: a manutenção da paz.